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Balanço Gamístico 2010

Em Jogos | 31/12/2010 12:00 Balanço Gamístico 2010

Embora a transposição de um ano para outro nada mais seja do que uma marca no calendário, todos os dezembros paramos um momento para refletir sobre os 300 e tantos dias que se passaram. Fazemos um postmortem de nossas vidas, criamos expectativas para o ano vindouro e aproveitamos os feriados para relaxar um pouco da rotina que permeia nossos dias. E, como aficionados gamers, criamos listas dos melhores jogos do ano!

O ano de 2010 foi fantástico para o mundo dos games. Além de vários jogos excepcionais (e outros lendários como Final Fantasy XIII e Gran Turismo 5) sendo lançados, os sensores de movimento das plataformas da Sony e Microsoft tornaram-se realidade em nossos lares (ou não, dada a escassez de Kinect...). Tivemos o fiasco do lançamento da Xbox Live brasileira, a venda oficial do PlayStation 3 em terras tipiniquins pelo preço surreal de R$1999,00 e o anúncio do fantástico 3DS pela Nintendo.

Porém, apesar do ano recheado de games fantásticos, meu tempo para jogá-los foi bastante reduzido. Somando estudos com missões aleatórias e corporativas, 2010 foi um ano de muitos games adquiridos e poucos games terminados. Porém, mesmo assim, foi possível apreciar uma vasta quantidade de títulos dos mais diversos estilos, mostrando que o mercado de games desponta cada vez mais como uma opção de entretenimento rica em conteúdo inteligente que consegue fazer frente ao Cinema e à Literatura.

Em se tratando de eventos gamers, 2010 foi o melhor ano que o Brasil já presenciou. Partindo de iniciativas como a do Cultura Inglesa, que trouxe Matt Costello ao país, a eventos megalomaníacos como o Brasil Game Show, os jogadores brasileiros tiveram muitas opções de atividades para suprir a carência de eventos de jogos de qualidade.

Os Top 10

Minha lista de melhores dos melhores do ano pode soar um tanto estranha. Para compô-la, não incluo apenas títulos lançados em 2010, mas sim títulos jogados em 2010. Logo, que não haja espanto caso algum jogo de PlayStation One apareça mais abaixo.

1. Alan Wake (Xbox 360)

Alan Wake

Após 5 anos de desenvolvimento e a mudança de seu estilo de um sandbox para um gameplay linear focado na história, Alan Wake finalmente foi lançado em 2010 com muito hype em torno de sua produção. Apesar das críticas negativas, a jogabilidade inventiva baseada no uso da luz aliada à trama imersiva e a uma trilha sonora majestral fizeram de Alan Wake o jogo que mais marcou meu imaginário gamer em 2010 (ao ponto de me fazer ouvir algumas das músicas do game pelo menos uma vez ao dia desde que concluí o jogo). E acredite: aniquilar takens (os inimigos da história) ao som de Children of the Elder God não tem preço.

2. Deadly Premonition (Xbox 360)

Deadly Premonition

Apesar de toda a aparência antiquada e sistema de combate quebrado, eis o mais Lynchniano de todos os jogos já criados. Uma ode ao meu seriado favorito, Twin Peaks, tem em seu personagem principal, o agente do FBI York Morgan, e em seu alterego Zack os pontos fortes do jogo. Os diálogos são surrealmente sensacionais e ambientação primorosa. Lançado a meros $19.99, já se tornou um clássico cult.

3. Limbo (Xbox 360)

Limbo

Minimalista, assustador, artístico, masoquista, sugestivo, depressivo, recompensador. E tudo isso sem explicar numa linha de diálogo sequer o que está acontecendo. Grande revelação indie de 2010.

4. Fragile Dreams: Farewell Ruins of the Moon (Wii)

Fragile Dreams

Com uma história de autodescoberta e solidão, Fragile Dreams é tão triste que me deixou desconcertado logo na primeira vez em que o joguei. Focando em um garoto solitário em um mundo devastado, a atmosfera do jogo junto da escassa trilha sonora incidental formam coro com a trama, em uma simbiose entre roteiro, arte e gameplay como pouco se vê na miríade de games lançados todos os anos.

5. Enslaved (PS3)

Enslaved

Apesar do gameplay restrito e do uso da Unreal Engine 3 trazer glitches visíveis mesmo a olhos não treinados, a recriação de nosso mundo, abandonado após uma epidemia devastadora, através da mescla de cinzas e cores vivas somada à ótima trama e dublagem de alto nível fazem de Enslaved um jogo único à sua maneira. Isso sem contar que o primeiro DLC lançado, Pigsy's Perfect 10, é uma aula de como se criar extensões para o jogo original: aprofundamento da mitologia da franquia com novos elementos de jogo em um pacote de ótima duração a um preço justo.

6. Heavy Rain (PS3)

Heavy Rain

Praticamente um filme de suspense interativo, Heavy Rain tem excepcionais valores de produção, apesar da trama repleta de deslizes e do final que vai contra tudo o que o jogo avidamente construiu. A partir de múltiplas escolhas, a história pode se desvelar de diversas maneiras, trazendo um grande fator replay - e eis aí o ponto alto do game. O ótimo suporte ao PlayStation Move, lançado em meados de Novembro, trouxe novo fôlego à aventura multifacetada na busca do Origami Killer.

7. Muramasa: The Demon Blade (Wii)

Muramasa

Embora lançado em Novembro de 2009, somente pude apreciá-lo nos idos de 2010. O gameplay estilo plataforma baseado no uso de armas brancas e a belíssima arte remetendo à pintura nos moldes do ótimo Odin Sphere fazem de Muramasa um dos mais belos jogos de Wii. Somem-se a isso a trama repleta de mitologia Japonesa e a trilha sonora fortemente oriental, além da dificuldade balanceada, e tem-se aí um dos mais marcantes jogos do pequeno notável da Nintendo.

8. Super Mario Galaxy 2 (Wii)

SMG2

"Uma aula de game design" – eis a melhor definição para Super Mario Galaxy 2. Apesar de o game pouco inovar em relação ao seu antecessor, traz o mesmo gameplay viciante que fez do primeiro Mario Galaxy um clássico instantâneo. Com fases inventivas, jogabilidade tão simples quanto complexa, lutas contra chefes memoráveis e todo o carisma de Mario e sua trupe, Super Mario Galaxy 2 tem em sua aparente simplicidade todos os elementos que tornam um jogo divertido e (positivamente) viciante.

9. Amnesia: The Dark Descent (PC)

Amnesia

Há muito não via um jogo de terror tão tenso e assustador como Amnesia. Talvez seu maior trunfo seja combinar a visão em primeira pessoa com a tensa dualidade luz/escuridão em uma trama que faz o jogador questionar a real origem de seus medos.

10. Vanquish (PS3)

Vanquish

Frenético. Eis o adjetivo que melhor define a mais recente criação de Shinji Mikami. Jamais tive tanto prazer em acelerar uma armadura em corredores tão cinzentos por entre infinitas saraivadas de tiros. Mesmo com uma história espacial clichê remetendo à Guerra Fria, os personagens são interessantes e a trama cumpre com louvor seu papel de manter o jogador desejando mais – não que precise, já que o jogo por si só é uma prazerosa mescla viciante de velocidade alucinante e tiroteio desenfreado.

Outros títulos que merecem destaque

E, como tivemos muitos e muitos títulos em 2010, não poderia deixar de citar alguns outros jogos se destacaram na multidão de lançamentos deste ano:

1. Gran Turismo 5 (PS3)

A lenda máxima do jogo de corridas, aquele cujo lançamento se acreditava ocorrer apenas em 22/12/2012, o projeto interminável, o Real Driving Simulator finalmente foi lançado em 24 de Novembro. Porém, na prática, não foi um simulador tão real e definitivo quanto era esperado. Cenários pobres, online pífio e sistema de colisões duvidoso marcaram seu lançamento. Na prática, pareceu-me o GT4 de PS2, só que mais bonito e confuso. Todavia, pela nostalgia, é o primeiro dessa lista de menções honrosas.

2. Metal Gear Solid: Peace Walker (PSP)

Kojima sempre nos surpreende. E a pitada de estratégia em Metal Gear Solid: Peace Walker tornou o que já era ótimo em uma produção ainda mais bem elaborada e completa. E Heavens Divide, canção tema do título, é uma das músicas de game mais lindas que já pude ouvir.

3. Final Fantasy XIII (PS3)

Após anos de desenvolvimento esperava-se mais. Muito mais. É um jogo lindo e tem muitos aspectos excepcionais, como seu fluído sistema de batalhas. Mas é tão linear e seus personagens tão rasos que rendeu ácidas críticas pela comunidade gamer. Mas, mesmo assim, é um Final Fantasy e um grande game, digno de menção nesta lista.

4. Invizimals (PSP)

Grande surpresa no escasso rol de lançamentos do finado PSP, é um Pokémon em realidade aumentada. E encontrar um Invizimal em cima de uma esfiha não tem preço.

5. Bayonetta (Xbox 360)

Gande surpresa de 2009, o título de ação da Platinum Games conseguiu nota máxima na famigerada revista japonesa Famitsu. Com comandos precisos, história surreal e personagem principal desproporcional que depende de seu cabelo para se vestir, Bayonetta é o melhor título de hack'n'slash que joguei em anos.

6. God of War 3 (PS3)

Mesmo sendo um God of War e um título lindamente bem produzido de ação frenética e catártica, mostrou-se apenas mais de tudo aquilo que a própria franquia havia construído ao longo dos anos, com mínimas inovações – não que isso seja necessariamente ruim.

7. Castlevania: Lords of Shadow (PS3)

É certo que esse game não é um Castlevania, ao menos não no sentido clássico do título. Mas é um excelente God of War com vampiros, lobisomens e outras criaturas que habitam nosso imaginário.

8. The Void (PC)

Nada como recuperar o vazio através das cores! Inventivo, assustador, sensual e com uma trama confusamente deliciosa.

9. Zombie Driver (PC)

Para um fã de zumbis, qualquer coisa que tenha os asquerosos mortos-vivos já é motivo de apreciação. E, quando há carros cheios de armas e atropelamentos envolvidos, pode ter certeza que a diversão é garantida!

10. Halo: Reach (Xbox 360)

Completamente em Português do Brasil, Halo: Reach, último jogo da Bungie sob as rédeas da Microsoft, foi a despedida perfeita do estúdio: dinâmico, belo em sua paleta de cores extravagante e rico em elementos mitológicos da franquia.

11. Singularity (Xbox 360)

Apesar de distribuído pela maligna Activision, a produção da pioneira Raven tem elementos muito bacanas de viagem no tempo que compensam o level design pouco inspirado.

12. Metro 2033 (Xbox 360)

Baseado no livro homônimo de Dmitriy Glukhovskiy, Metro 2033 é um FPS de terror como há muito não se via.

13. Haunting Ground (PS2)

Embora seja um título do vovô PlayStation 2 lançado em 2005, Haunting Ground é um jogo esquecido da Capcom extremamente tenso e claustrofóbico que, mesmo não causando sustos diretamente, deixou-me tão assustado quanto os melhores momentos de um Silent Hill.

14. Decay (Xbox Live Indie Games)

Jogo de terror point-and-click produzido pelo estúdio independente Shining Gate, tem uma história envolvente e produção cuidadosa, com belos cenários, efeitos sonoros convincentes e músicas que contribuem para o clima assustador do game. Foi um título que realmente me impressionou na fauna da Xbox Live Indie Games.

PhilosomaPhilosoma em sua primeira prensagem,
ainda em caixa de papelão.

15. Philosoma (PS1)

Clássico shooter de 1995, marcou tanto minha infância tanto quanto meu início de 2010, período no qual consegui finalmente adquirir a primeira prensagem do game, com a caixa ainda de papelão. Com o gameplay baseado na visualização dos combates em múltiplas perspectivas, possui uma rica história e uma ótima trilha sonora composta pelo lendário Kow Otani, além de ser bem injusto em seus níveis de dificuldade em boa parte do tempo. [Sempre quis construir a bela nave Strega de LEGO. Está aí uma missão para 2001!]

16. Hydrophobia (Xbox Live Arcade)

Marcado por um lançamento repleto de críticas negativas, chegando ao cúmulo de receber nota 3 pela revista Edge, teve sua versão definitiva, Pure, publicada em Dezembro, melhorando o que já era ótimo no game original. Com uma engine de fluídos realista, tem muitos de seus puzzles focados na manipulação da água. Apesar da história fraca, a trama contribui para criar o clima de tensão do jogo e o gameplay por vezes remete aos melhores momentos de Tomb Raider.

17. Resident Evil: The Darkside Chronicles (Wii)

Continuação do jogo Umbrella Chronicles de 2007, é um ótimo shooter on-rails para tirar o pó da Wii Zapper e jogar co-op com os amigos. Passando por diversos momentos nostálgicos dos Resident Evil anteriores, tem diversas melhoras em relação à sua primeira encarnação.

18. Lara Croft and The Guardian of Light (PSN)

Tudo o que se espera de um bom Tomb Raider, porém em visão isomérica com modo cooperativo.

19. Metroid: Other M (Wii)

Retorno da série Metroid à perspectiva 2D, tem ótima jogabilidade apesar da trama pífia – mas, mesmo assim, é um game nostálgico para aqueles que passaram tantas horas junto de Samus Aran no clássico Super Metroid do SNES.

20. Freekscape: Escape from Hell (PS3/PSP)

Produzido pelo estúdio brasileiro KidGuru, é um divertido jogo de plataforma 2.5D no qual o jogador deve ajudar um pequeno demônio a chegar ao céu, além de ser o primeiro game nacional a figurar na rede online da Sony.

PlayStation Move

PlayStation Move

Seguindo o vácuo do sucesso do inovador Wii, chegando ao cúmulo de seguir aparência similar aos controles do console Nintendo, porém com maior ergonomia, é extremamente preciso e funciona muito bem para jogos que necessitam de um feedback manual, como games de tiro e esportes que dependem de algum acessório. Entretanto, a excessiva necessidade de calibragens na maioria dos jogos e a fraca lista de títulos no lançamento não contribuíram para mostrar todo o poder da nova aposta da Sony. Dentre os games mais interessantes e que melhor fazem uso do controle, estão Heavy Rain, R.U.S.E., Tumble, Sackboy's Prehistoric Moves, Echochrome 2, Sports Champions e The Shoot.

Kinect

Dance CentralDance Central, melhor jogo de lançamento do Kinect.

Aparelho alardeadamente revolucionário da Microsoft para seu console Xbox 360, permite captura precisa dos movimentos do corpo do jogador sem necessidade de controles. Tendo vendido mais de 4 milhões de unidades desde seu lançamento em Novembro, cumpre tudo o que era prometido desde seu anúncio, como comandos de voz, reconhecimento facial e jogos com precisão assustadora. Apesar da parca lista de títulos em seu lançamento, jogos como Dance Central, Kinect Sports e Your Shape mostram o poder do acessório e o que se pode esperar da tecnologia para os próximos anos.

Eventos

O ano de 2010 também foi marcado por excelentes e grandiosos eventos de games. Abaixo seguem comentários sobre aqueles os quais tive o prazer de participar:

1. 15º Cultura Inglesa Festival (10 a 14 de Maio)

Logo do evento

Com ótimas palestras da Profª Renata Gomes ("Videogame: imagem, narrativa e participação") e do lendário Matt Costello ("História, gameplay e o Desafio Criativo"), foi ponto de encontro para o início de várias amizades com companheiros da cena gamer nacional.

2. 1º Circuito de Games da FATEC Carapicuíba (21 a 23 de Junho)

Logo do evento

Com palestras focando Game Design e produção de jogos em 3D, foi o primeiro evento oficial de games da FATEC Carapicuíba, atraindo mais de 300 pessoas em seus 3 dias, apesar da divulgação realizada apenas poucos dias antes de sua realização.

3. SP Game Show 2010 (9 a 18 de Julho)

Logo do evento

Com um mega estande da escola Saga e presença oficial da Nintendo, além de várias palestras interessantes e um ótimo festival de música gamer em seu último dia, trouxe vários lançamentos e atraiu um grande público, tanto de gamers quanto de otakus presentes na Anime Friends 2010 que ocorria no mesmo local.

4. IV Semana de Tecnologia da FATEC Carapicuíba (4 a 8 de Outubro)

Logo do evento

Com uma estrutura mais robusta em relação ao 1º Circuito de Games, teve excelentes palestras de pessoas importantes da cena game gamer nacional. Destaque para a divertida palestra sobre Serious Games do amigo Francisco Tupy e as discussões sempre produtivas do Moacyr Alves sobre o projeto Jogo Justo.

5. SBGames 2010 (8 a 10 de Novembro)

Logo do evento

Voltado para desenvolvedores, o evento realizado na bela cidade de Florianópolis teve seus altos e baixos. Se por um lado havia Jonathan Blow como palestrante, por outro havia apresentações de papers muito aquém do esperado e uma organização desencontrada. Como saldo do evento, ficam as amizades criadas e as ótimas discussões com produtores de games de diversos Estados.

6. Brasil Game Show (20 e 21 de Novembro)

Logo do evento

O maior evento de games brasileiro do qual tenho lembranças. Com apoio da Sony e distribuidoras nacionais, trouxe os principais lançamentos de todas as plataformas, além de ótimas palestras. O postmortem do evento pode ser conferido aqui.

7. Rendez-vous Korea (3 de Dezembro)

Logo do evento

Apesar de ser um evento comercial para promover o encontro entre produtores de games sul-coreanos e publicadoras brasileiras, possuía uma área de degustação com vários games para serem testados. Se há algo que ficou como saldo do evento, é a certeza de que o mercado brasileiro de games tem potencial e as empresas de outros países sabem muito bem disso e estão ávidos a explorá-lo. O postmortem do evento pode ser conferido aqui.

8. III Jornada de Matemática (4 de Dezembro)

Logo do evento

Com a missão de criarmos um jogo envolvendo o tema Matemática em 7hs, eu e os membros do Astirina nos aventuramos entre roteiro, linhas de código e animações 3D para criarmos o jogo Fuga da Terra das Letras [http://intentor.com.br/projects/fugadaterradasletras/]. Apesar de a versão do programa que foi ao ar nos ter mostrado por menos de 5s e praticamente nem ter feito menção direta ao jogo criado, foi uma experiência divertida e gratificantes. O postmortem do evento pode ser conferido aqui.

9. 1ª Jornada Gamer (10 e 11 de Dezembro)

Logo do evento

Promovida pelos companheiros do CS:Games, teve várias palestras e debates interessantes sobre o andamento e futuro do mercado de games. Apesar de ter assistido às palestras apenas via streaming, não pude deixar de atormentar a Sabrina Carmona, uma das organizadoras do evento, enviando perguntas com temática zumbística (ela odeia zumbis!).

Ao Infinito e Além

Assim como foi este ano que se encerra, 2011 tem tudo para ser um excepcional período para os gamers. Com possíveis anúncios de novos consoles nos grandes eventos internacionais mais o hype pairando sobre jogos como The Last Guardian, Journey, Portal 2, Uncharted 3, Crysis 2, L.A. Noire e Deus Ex: Human Revolution, para citar apenas alguns games que estou esperando com ávida curiosidade, além daqueles que já estarão disponíveis em Janeiro como Dead Space 2 e Little Big Planet 2, 2011 pode também ser o ano em que a indústria de games brasileira mostrará seus superpoderes, tanto na produção quanto na venda de jogos.

E que venha 2011 com seus grandes lançamentos e surpresas!

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